└──●►”O que faço agrada a Deus??”

Creio que a Bíblia, palavra de Deus revelada p/ os homens, é um livro sobre relacionamentos: o relacionamento de Deus com os homens e destes entre si – incluída aí a relação consigo mesmo. Boa parte do texto desse precioso livro, narra episódios de encontros e desencontros nessas duas áreas.O restante, a saber, suas dimensões ética, poética e profética, trata de princípios e orientações para esses aspectos essenciais da vida humana.

Jesus Cristo mesmo, ao ser indagado sobre as maiores leis respondeu apontando para o mais puro dos sentimentos em suas três manifestações: o amor a Deus, ao próximo e a si mesmo.

Ora, que Deus deseja um relacionamento com os homens é difícil duvidar. (É claro que estou supondo que você já tenha ou deseje ter um significado permanente para a sua vida, caso contrário, uma abordagem baseada na existência de um Deus Criador, e que se manifesta para o homem, revelando-se tanto pela sua criação, quanto por sua palavra e especialmente pela vida de seu Filho Jesus Cristo, pode não fazer nenhum sentido. Algo além do natural, algo milagroso, não faz sentido nesse contexto.)

Mas, caso você admita esses fatos, biblicamente considerados históricos, o fato de Deus criar o homem, provido da capacidade de escolher, de lhe dar instruções p/ o caminho, de cercá-lo do melhor ambiente possível, então concluir q Deus desejava se relacionar com o homem é simples e natural. Fala muito ainda, nessa mesma direção, esse desejo imenso q cada um de nós tem por dentro, de ao menos encontrá-lo e lhe fazer aquelas perguntas de criança, q nem nós conseguimos, nem nossos pais puderam responder.

O fato estranho, porém, é que embora cheios de boas intenções, não temos conseguido atingir esses alvos de forma satisfatória.

Paulo, escrevendo aos Romanos, expressa o seu próprio conflito de forma contundente:

“Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.”____Romanos 7:19


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└──●►Você faz a diferença?

 

Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta mexicana. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando na água. Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.

Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e, uma de cada vez, as estava lançando de volta à água.

Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:

_ Boa tarde, amigo. Estava tentando adivinhar o que você está fazendo. _ Estou devolvendo estas estrelas do mar ao oceano. Você sabe, a maré está baixa e todas as estrelas do mar foram trazidas para a praia. Se eu não as lançar de volta ao mar, elas morrerão por falta de oxigênio.

_ Entendo respondeu o homem, mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia. Provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas, simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?

O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, replicou:

– Fez diferença para aquela.